A better place for music professionals
Musin é a rede de trabalho do meio musical. Músico, produtor, engenheiro de som e de luz, roadie, casa de show, estúdio, escola e assessoria — cada um com portfólio próprio, encontrável por cidade e por gênero.
Grátis para começar · Perfil pronto pelo celular
Por que agora
Três coisas aconteceram ao mesmo tempo, e nenhuma delas tem ferramenta.
Com a internet, o acesso à produção e à distribuição se espalhou e as gravadoras perderam o monopólio. Hoje circulam centenas de circuitos de artistas e festivais sem apoio de mídia tradicional. A gravadora, quando entra, entra depois — em quem já tem público.
Desde que a música passou a circular de graça, venda de disco e direito autoral deixaram de sustentar carreira. Sobrou o show. E show é operação: equipe, agenda, equipamento, contrato — feitos por gente que hoje ninguém acha.
O meio movimenta muito e funciona mal, porque é informal demais. O artista à espera de inspiração e o produtor que não presta contas são o mesmo problema: prazo, horário e contrato de prestação de serviço não são detalhe. São o trabalho.
Um caso real
Ela não conhece ninguém aqui. Hoje isso custa três meses de e-mail e um intermediário. Na Musin, é uma sequência — e cada passo é uma busca por cidade, gênero e infraestrutura.
Ela filtra casas de show em São Paulo pelo gênero que tocam, vê o rider e o equipamento disponível, o tamanho do espaço e a avaliação de quem já tocou lá.
Procura um produtor da cidade, olha os projetos que ele já entregou — turnês, editais, temporadas — e a avaliação dos músicos com quem trabalhou.
Músicos de apoio, engenheiro de som, iluminador, roadie. Cada perfil traz especialidade, equipamento próprio, idiomas e histórico de turnê.
Estúdios da cidade com a lista de equipamento aberta, fotos da sala e áudio gravado ali dentro.
Escolas e universidades de música recebem propostas de workshop direto pela plataforma — o que costuma pagar parte da viagem.
Assessorias locais com áreas de atuação declaradas e projetos desenhados para artista de fora.
O resultado: ela articula a própria carreira, de forma profissional e segura, no tamanho do investimento que puder fazer — sem depender de quem conhece quem.
Os perfis
Nada de formulário genérico. Um iluminador não precisa subir música; um estúdio precisa listar equipamento. Marcados em rosa, os módulos exclusivos de cada perfil.
O perfil precisa dar conta de duas carreiras ao mesmo tempo: a de sideman, contratado para a turnê de outro, e a solo. Aqui elas convivem sem se anular.
Módulos do perfil
Um perfil coletivo, ligado aos perfis individuais de cada integrante. Quem contrata a banda vê quem está nela; quem procura um baixista chega pelo caminho inverso.
Módulos do perfil
Produtor se contrata pelo que entregou, não pelo que promete. O módulo de projetos lista turnês, temporadas e editais aprovados — com data, cidade e artista.
Módulos do perfil
Especialidade importa mais que currículo: quem mixa ao vivo não é quem masteriza. O perfil declara em que consoles trabalha e de que fabricante é endorser.
Módulos do perfil
O portfólio de um iluminador é vídeo, não áudio. Este perfil não pede upload de música — pede o desenho de luz rodando, e a lista de mesas e fixtures que domina.
Módulos do perfil
A função menos documentada do meio e uma das mais decisivas. O histórico de turnês vale como currículo: com quem rodou, por quanto tempo, em que função.
Módulos do perfil
O que um artista de fora precisa saber antes de fechar a data: quanto cabe, o que já tem montado, como soa a sala. Rider e equipamento ficam públicos no perfil.
Módulos do perfil
Estúdio se escolhe pelo que se ouve. Além da lista de equipamento e das fotos das salas, o perfil sobe gravações feitas ali dentro — a prova acústica do espaço.
Módulos do perfil
Escolas e universidades abrem um canal para receber propostas de masterclass e workshop — inclusive de artistas em trânsito, que é quando esse encontro é possível.
Módulos do perfil
Assessoria se contrata por área de atuação e por veículo, não por tamanho. O perfil declara os dois — e pode montar projetos específicos para artista estrangeiro.
Módulos do perfil
A plataforma
O portfólio se monta pelo celular, porque é assim que ele vai circular.
Do macro ao micro: país, estado, cidade, bairro — cruzado com gênero musical e características de trabalho.
Perfis do mundo todo com afinidade com o seu. Você descobre gente antes de precisar dela.
Vagas abertas do meio: teste de músico para musical, staff de turnê, chamadas de instituições.
Quem trabalhou com você avalia a experiência. Pontualidade e postura passam a valer tanto quanto o take.
O histórico dos trabalhos que você já fez e com quem — organizado sozinho, sem você lembrar de anotar.
Quem curtiu seu trabalho, quantas pessoas abriram sua página e de onde vieram.
Contexto
A cadeia de distribuição foi refeita duas vezes. A cadeia de trabalho, nenhuma.
Primeiro fonograma gravado no Brasil
Odeon abre a primeira fábrica de discos
Nascem as leis de direito autoral
Criação da Ordem dos Músicos
MTV chega ao Brasil
Napster: a distribuição sai do controle da gravadora
YouTube vira o maior tocador de música do mundo
Spotify e Bandcamp abrem o streaming
A EMI vai à falência; o show vira a renda principal
A Warner entra no Vevo para não quebrar
O trabalho continua sendo fechado por indicação
Comece
Cinco minutos pelo celular. Sobe música, vídeo, equipamento e cidade — e você passa a ser encontrável por quem contrata.