Palco vazio com refletores acesos antes do show

A better place for music professionals

O show tem trinta pessoas. A internet mostra uma.

Musin é a rede de trabalho do meio musical. Músico, produtor, engenheiro de som e de luz, roadie, casa de show, estúdio, escola e assessoria — cada um com portfólio próprio, encontrável por cidade e por gênero.

Grátis para começar · Perfil pronto pelo celular

Canais ativos 10 / 10

Por que agora

O mercado mudou. O jeito de se contratar não.

Três coisas aconteceram ao mesmo tempo, e nenhuma delas tem ferramenta.

01 — Independência

O independente virou a regra

Com a internet, o acesso à produção e à distribuição se espalhou e as gravadoras perderam o monopólio. Hoje circulam centenas de circuitos de artistas e festivais sem apoio de mídia tradicional. A gravadora, quando entra, entra depois — em quem já tem público.

02 — Renda

O palco é que paga as contas

Desde que a música passou a circular de graça, venda de disco e direito autoral deixaram de sustentar carreira. Sobrou o show. E show é operação: equipe, agenda, equipamento, contrato — feitos por gente que hoje ninguém acha.

03 — Método

Falta profissionalismo, não dinheiro

O meio movimenta muito e funciona mal, porque é informal demais. O artista à espera de inspiração e o produtor que não presta contas são o mesmo problema: prazo, horário e contrato de prestação de serviço não são detalhe. São o trabalho.

Um caso real

Uma música inglesa quer tocar em São Paulo.

Ela não conhece ninguém aqui. Hoje isso custa três meses de e-mail e um intermediário. Na Musin, é uma sequência — e cada passo é uma busca por cidade, gênero e infraestrutura.

Ela filtra casas de show em São Paulo pelo gênero que tocam, vê o rider e o equipamento disponível, o tamanho do espaço e a avaliação de quem já tocou lá.

Procura um produtor da cidade, olha os projetos que ele já entregou — turnês, editais, temporadas — e a avaliação dos músicos com quem trabalhou.

Músicos de apoio, engenheiro de som, iluminador, roadie. Cada perfil traz especialidade, equipamento próprio, idiomas e histórico de turnê.

Estúdios da cidade com a lista de equipamento aberta, fotos da sala e áudio gravado ali dentro.

Escolas e universidades de música recebem propostas de workshop direto pela plataforma — o que costuma pagar parte da viagem.

Assessorias locais com áreas de atuação declaradas e projetos desenhados para artista de fora.

O resultado: ela articula a própria carreira, de forma profissional e segura, no tamanho do investimento que puder fazer — sem depender de quem conhece quem.

Os perfis

Cada função tem os campos da sua função.

Nada de formulário genérico. Um iluminador não precisa subir música; um estúdio precisa listar equipamento. Marcados em rosa, os módulos exclusivos de cada perfil.

Músico tocando guitarra no palco sob luz de show

Músico

O perfil precisa dar conta de duas carreiras ao mesmo tempo: a de sideman, contratado para a turnê de outro, e a solo. Aqui elas convivem sem se anular.

Módulos do perfil

  • Sobre
  • Experiência
  • Música
  • Vídeo
  • Fotos
  • Sideman / Solo
  • Estúdio próprio
  • Equipamento
  • Idiomas
  • Avaliação

A plataforma

Poucos campos. Poucos cliques. Não trava.

O portfólio se monta pelo celular, porque é assim que ele vai circular.

Busca

Do macro ao micro: país, estado, cidade, bairro — cruzado com gênero musical e características de trabalho.

Feed

Perfis do mundo todo com afinidade com o seu. Você descobre gente antes de precisar dela.

Trabalhos

Vagas abertas do meio: teste de músico para musical, staff de turnê, chamadas de instituições.

Avaliação

Quem trabalhou com você avalia a experiência. Pontualidade e postura passam a valer tanto quanto o take.

Meus encontros

O histórico dos trabalhos que você já fez e com quem — organizado sozinho, sem você lembrar de anotar.

Notificações

Quem curtiu seu trabalho, quantas pessoas abriram sua página e de onde vieram.

Contexto

Cem anos de indústria, vinte de reviravolta.

A cadeia de distribuição foi refeita duas vezes. A cadeia de trabalho, nenhuma.

1900

Primeiro fonograma gravado no Brasil

1913

Odeon abre a primeira fábrica de discos

1916

Nascem as leis de direito autoral

1960

Criação da Ordem dos Músicos

1990

MTV chega ao Brasil

2001

Napster: a distribuição sai do controle da gravadora

2005

YouTube vira o maior tocador de música do mundo

2008

Spotify e Bandcamp abrem o streaming

2012

A EMI vai à falência; o show vira a renda principal

2016

A Warner entra no Vevo para não quebrar

Agora

O trabalho continua sendo fechado por indicação

Feixes de luz atravessando um ambiente escuro

Comece

Seu portfólio pronto antes da passagem de som.

Cinco minutos pelo celular. Sobe música, vídeo, equipamento e cidade — e você passa a ser encontrável por quem contrata.